Brinquedos educativos, crianças inteligentes.

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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Brinquedos inteligentes, interessantes e educativos

Construa este surpreendente gerador eólico e aprenda sobre fontes renováveis de energia. Assista o LED brilhar enquanto o gerador for movido pela energia do vento. Pilhas não são necessárias! O gerador eólico mede 13 cm. de comprimento.


 
Faça sua própria adorável boneca. Dê-lhe um nome e oficialize com sua própria certidão de nascimento!  Sem a necessidade de alfinetes ou agulhas. Tudo está incluído. É fácil fazer! A boneca Bailarina tem 22 cm de altura.
Seja um paleontólogo, cave e escave os esqueletos dos gigantes animais que governaram a Terra nos tempos pré-históricos. Monte o esqueleto e exiba-o. É tão legal! Cada kit contém um bloco de gesso com um esqueleto embutido, uma ferramenta especial de escavação, escova, instruções detalhadas, divertidas curiosidades relacionadas ao dinossauro apropriado e um “Kids Quiz” (10 perguntas e respostas sobre dinossauros).

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Artigo

De vez em quando, escrevo em jornais locais. Abaixo está o último deles.


Da educação (ou da falta dela)

Ana Paula SartorioTurbay

Desde que me entendo por gente ouço dizer que a educação no Brasil está sucateada. Entra ano, sai ano, entra governo, sai governo, e a situação continua a mesma. Em época de eleição, a gente chega até a ver algumas propagandas, diz-se que muito será investido, que professores serão valorizados, que muitas escolas serão construídas... e bla bla bla. Quem é bobo, acredita. Quem já está calejado, nem se sente mais indignado, pois sabe que nada vai mudar. Estou sendo pessimista? Seguem algumas informações.

25 mil escolas de ensino fundamental não possuem energia elétrica; 10 mil escolas de ensino fundamental não têm banheiro; de cada 100 alunos matriculados na 1ª série do ensino fundamental, 47 concluem a 8ª série, 14 terminam o ensino médio e apenas 11 conseguem entrar no ensino superior; o Brasil investe 842 dólares anuais por criança matriculada no ensino fundamental e somente 4,3% do PIB é destinada à educação, quando o ideal seria o repasse de 7% a 12%; 61% dos alunos da 4ª série do ensino fundamental não conseguem identificar as principais idéias de um texto simples, e 60% dos alunos da 8ª série não sabem interpretar um texto dissertativo. Em matemática, 65% dos alunos da 4ª série não dominam as quatro operações, e 60% dos alunos da 8ª série não sabem porcentagem; cerca de 15,2 milhões de brasileiros são analfabetos absolutos, e cerca de 30 milhões, são de analfabetos funcionais.

Assustadoras, não? Essa é a situação atual no Brasil. E querem saber de onde retirei esses dados? Do próprio MEC. O Estado não tem interesse em investir em educação.  Panis et Circenses. Conhecem esse termo (qualquer coisa, digitem no google)?
Como, do Estado, devemos esperar pouco, ficaremos de braços cruzados? Não creio ser essa a melhor solução. Ok, pagamos impostos e tudo mais. Porém, já escrevi algumas vezes que Estado assistencialista é coisa do passado, se queremos alguma mudança, temos de agir, reclamar só vai nos deixar sem voz. Tenho aqui algumas sugestões, simples, mas que ajudam.
Primeiramente, escola não é depósito de criança. Quem tem que cuidar, dar carinho, acompanhar, se preocupar com nossos filhos, somos nós. Ter de encarar uma jornada de trabalho tripla todos os dias não é motivo para despejar os filhos em escolas. Quanto maior a atenção dos pais, mais saudáveis são os filhos, e maiores as chances de se tornarem melhores alunos. Colocou filho no mundo, então cria.
Outras dicas: incentivar a leitura. Ensinar aos rebentos o prazer de ler um BOM livro, ler com eles e para eles. Crianças seguem os exemplos dos adultos. Assistir, moderadamente, à televisão, sempre dando prioridade aos programas educativos; trocar os brinquedos eletrônicos por brinquedos educativos, os quais ajudam no desenvolvimento social e mental das crianças; moderar o uso de eletrônicos e resgatar as brincadeiras de rua, a fim de estimular a convivência real e não virtual com outras pessoas; preencher o tempo ocioso com algum tipo de atividade, seja esporte, seja um curso de línguas, seja uma oficina.
E por aí vai. Todas essas são medidas estudadas por especialistas em educação, e também aprovadas pelos pais que as seguem. Se a gente quer mudar alguma, temos de começar imediatamente, já que as crianças são o futuro de um país.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Brinquedos a venda - Entre Sílabas e Palavras

Entre Sílabas e Palavras é um conjunto de sílabas que auxiliam as crianças na formação de palavras e divisão silábica com seu divertido modo de jogar. Contém 150 peças medindo 50x35mm. Produto em madeira MDF reflorestada, impresso pelo sistema transfer e caixa cartonada.

Maiores Informações:
Idade: A partir de 5 anos. 

Robô Latinha - Transforme uma latinha de metal neste simpático robô de olhos esbugalhados que anda. Também pode ser transformado em um monstro robótico.

Latas podem ser muito legais!
O usuário necessita reciclar uma latinha de refrigerante para completar o projeto.

Contém um conjunto de partes mecânicas de plástico para o corpo, motor de brinquedo com engrenagens, 2 canudos, 1 par de olhos que se movem, parafusos, porcas e instruções detalhadas.
 

O Carro de Corrida Cósmico corre pelo chão só com o poder do ar que sai do balão.

Saiba mais sobre as famosas leis do movimento de
Isaac Newton enquanto você brinca!
Entre em contato com a gente para maiores detalhes.
ludicasa@yahoo.com.br
28 30360044

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Bem vindos!

Olá, pessoas, bem vindos à Lúdica Casa! Que nela possamos interagir, discutir, argumentar, melhorar... Enfim, aprender e ensinar tudo sobre educação, e a falta que ela nos faz.

Para começar, trouxe um texto sobre atividades lúdicas, extraído do site http://www.artigonal.com/educacao-infantil-artigos/a-importancia-do-ludico-na-educacao-infantil-1230873.html

A importancia do lúdico na educação

Muitos pesquisadores denominam o século XXI como o século da ludicidade, vivemos em tempos em que diversão, lazer, entreterimento apresentam-se como condições muito perquiridas pela sociedade. E por torna-se a dimensão lúdica alvo de tantas atenções e desejos, faz-se necessariamente e fundamental resgatarmos a sua essência.

Viver ludicamente significa uma forma de intervenção no mundo, indica que não apenas estamos inseridos no mundo, mas, sobretudo, que somos parte desse conhecimento prático e que essas reflexões são as nossas ferramentas para exercermos um protagonismo lúdico e ativo. 

O lúdico refere-se a uma dimensão humana que os sentimentos de liberdade de ação abrangem atividades despretensiosas, descontraídas e desobrigadas de toda e qualquer espácie de intecionalidade alheia, é livre de pressões e avaliações. Caillois (1986) afirma que o caráter gratuito presente na atividade lúdica é a características que mais a deixa desacretitada diante da sociedade moderna. Entretanto, enfatizar que é graças a essas características que o sujeito se entrega à atividade despreocupante. 

Assim, o jogo, a brincadeira, o lazer enquanto atividades livres, gratuitas são protótipos daquilo que representa as atividades lúdicas, que se reduziram apenas em atividades infantis. Freinet (1998) denomina "práticas lúdicas fundamentais" como o não exercício específico de alguma atividade, pois, ele acredita que qualquer atividade pode se corrompida nas suas essências, dependendo do uso que se faz dela.

Logo, na atividade lúdica o que importa não é apenas o produto da atividade, o que dela resulta, mas a própia ação, o momento vivido. Possibilita a  vivência, momentos de encontro consigo e com o outro, momentos de fantasia e de realidade, de resignificação e percepção, momentos de auto conhecimento e conhecimento do outro, de cuidar de si e olhar para o outro, momento de vida. 
Enfim, brincar é uma necessidade Básica assim como é a nutrição, a saúde, a habitaçãoe a educação. brincar ajuda a criança no seu desenvolvimento físico, afetivo, intelectual e social, pois, através das atividades lúdicas, a criança forma conceitos, relaciona idéias, estabelece relações lógicas, desenvolve a expressão oral e corporal, reforça habilidades sociais, reduz a agressividade, integra-se na sociedade e constrói seu próprio conhecimento.